Cacique Indígena

ROBSON MIGUEL É O 1º CACIQUE CAFUZO A FIGURAR NA HISTORIA DO BRASIL.

Clique para ampliar! Tukumbó Dyeguaká é o nome indígena guarani do Artista Robson Miguel, que significa “Benção de Deus”.
We’e’ena-India Tikuna do amazonas, é esposa do Cacique Robson Miguel, cantora indígena e asrtista plastica; o seu nome significa “onça nadando para o outro lado do rio”

Clique para ampliar! Um grande erro no Brasil é achar que um CAFUZO (mistura de negro com índio) de sucesso internacional, formado em violão clássico e eletrônica,e uma índia, morando em um castelo, não é negro e nem podem ser índios.

Robson Miguel, nascido e criado na região de mangues do antigo Clique para ampliar! aldeamento dos Índios Aribiris - Guarani de Vitória do Espírito Santo, é querido e conhecido entre as nações indígenas, pelo nome Tukumbó Dyeguaká (que quer dizer “Benção de Deus”).
Foi também o primeiro a construir um castelo (sua residência) em homenagem ao violão e já tem sua biografia em 9 livros, dentre eles “São Paulo 450 anos - Personalidades e Monumentos,local que se tornou um a forte base de reuniões e encontros de lideranças indígenas nacionais e internacionais.

ALGUMAS AÇÕES COMO 1º CACIQUE CAFUZO-TUKUMBÓ DYEGUAKÁ - ROBSON MIGUEL

Após ser cacique interno na Aldeia de Itaóca – Mongaguá - São Paulo,seu vasto conhecimento e experiência como Liderança Indígena levou-o a ser convidado para inúmeros fóruns e lutas pela causa de outras comunidades “não Guarani” recebendo de outras lideranças um reconhecimento como Cacique Geral. 

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Atualmente o CACIQUE  CAFUZO TUKUMBÓ DYEGUAKÁ ROBSON MIGUEL é:

1-Presidente da Nova Confederação dos Tamoyos,

2-Cacique atuante na 1ª CNPI-Conferência Nacional dos Povos Indígenas de 2006 em Brasília,

3-Cacique inscrito e atuante no Memorial dos Povos Indígenas em Brasília com Marcos e Carlos Terena, sendo por eles nomeado o “Cantor Oficial dos Jogos dos Povos Indígenas Brasileiros”,

4-É o precursor dos 1º Jogos Indígenas do Estado de São Paulo em Itanhaém ao lado de Lars Grael,

5-É o precursor dos 1º Jogos Indígenas do Estado de São Paulo na Cidade de Registro ao lado do secretário estadual de Juventude, Esportes e Lazer, Antonio de Alcântara Machado Rudge.

6-Foi o primeiro a fazer a versão, gravação e lançamento do Hino Nacional Brasileiro na língua Guarani (com Karaí Basílio)

7-É ocupante da Cadeira Indígena Brasileira no CNHM (Conselho Nacional de Honrarias e Méritos),

8-É Cacique porta voz da Comunidade Wotchimankü dos Índios Tikuna do Amazonas ao lado do Cacique Paku.

9-É Chanceler Nacional da SOMCIB (Soberana Ordem do Mérito Civico Indígena-Brasileiro),

10-É Cacique Ocupante da Cadeira de Direitos Imateriais Indígenas com Dr. Paulo Oliver na O.A.B. de São Paulo,

11-É Diretor do Dpto Jurídico e Promoção  Indígena do IDETI - Instituto das Tradições Indígenas com o Diretor Executivo Eurico L. Sena ( Baniwa ),

12-Cacique representante da ONG  Índios na cidade - Opção Brasil com Marcos Julio Aguiar e também porta voz da cultura Indígena Nacional.

13-É o Cacique reconhecido e escolhido pelo Banco do Brasil para coordenar o DRS - Desenvolvimento Regional Sustentável junto as aldeias desde o Rio de Janeiro ao Paraná.

14-É Chanceler Cacique do I.B.D.N.-Instituto de Defesa da Natureza e luta pelos direitos dos povos indígenas no Brasil e Exterior, com presença marcante nos inúmeros fóruns de debates nacionais e internacionais ao lado de Grandes lideranças como o Carlos e Marcos Terena,Cacique Caiapó Raoní e outros.

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A INDÍGENA TIKUNA DO AMAZONAS -WE’E’ENA
Nascida na Aldeia Tikuna de Umariaçu, município de Tabatinga, estado do Amazonas, We’e’ena – que quer dizer “onça nadando para o outro lado do rio” é cantora indígena e artista plástica. No seu grupo musical ENCANTO INDÍGENA é formado pelo seu esposo Tukumbó Dyeguaká Robson Miguel e polo indígena Karany Metuktire,filho do Megaron e sobrinho do Grande Cacique Raoni.       We’e’ena é artista plástica formada pelo IDC-Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura Amazônica, especializada em pintura de acrílico sobre tela,membro da Academia Brasileira de Arte Cultura e Historia,do Pólo Cultural-Casa da Fazenda do Morumbi - São Paulo,já tendo suas obras expostas em várias galerias nacionais e internacionais.& nbsp;Doze de suas obras compõe o acervo do Museu Nacional de Manaus - Amazonas,recebendo no concurso nacional do Banco do Amazonas o Prêmio Máximo como a Melhor Artista Plástica Indígena do Brasil. Suas obras também foram destaque em exposições internacionais como a “Artistas do Fogo” promovido pela GM(General Motors do Brasil). Com cursos de liderança indígena certificados pela fundação ABRINC, pela internacional Youth Foundation, pela Nokia,e pela SBEP – Sociedade Brasileira de Educadores do Amazonas,We’e’ena como Liderança Indígena é também Diretora do departamento de mulheres indígenas do IDETI - Instituto das Tradições Indígenas.
We’e’ena vem realizando shows e palestras sobre o meio ambiente e participando de inúmeros shows e debates em fóruns e universidades com seu marido o Cacique Cafuzo Tukumbó Dyeguaká-Robson Miguel.

ALGUMAS METAS COMO 1º CACIQUE TUKUMBÓ DYEGUAKÁ ROBSON MIGUEL E ESPOSA WE’E’ENA
Lutar pela preservação de direitos dos povos indígenas como cidadãos brasileiros e pela divulgação da nossa rica cultura indígenas com “RESPONSABILIDADE SOCIAL” e na preservação do meio ambiente.
Exigir o devido respeito à nossa rica cultura, porque “NINGUÉM RESPEITA AQUILO QUE NÃO CONHECE” ,mostrando a beleza da nossa cultura indígena através da Arte,da Musica,da Dança e das Palestras, e o importante papel que ela ocupa na preservação histórica,cultural, no meio ambiente,na medicina homeopática, mantendo os costumes, a língua, as danças, as brincadeiras e o artesanato porque “NÃO ACEITO QUE DIGAM NÃO A CULTURA DO MEU POVO"..
Como Chanceler Ambiental lutar pela preservação do planeta e do AQÜÍFERO GUARANI (maior reserva de água subterrânea do mundo) levando a causa indígena à mídia televisiva,de revistas e radiofônica, reafirmando que o fato de indígenas conviverem com a cultura dos Juruás (não indígenas) em um mundo globalizado, não extermina a sua identidade cultural,porque IDENTIDADE É A AFIRMAÇÃO DE UM POVO, que mesmo nascendo na aldeia e mais tarde vivendo na cidade, falando português, Inglês ou Espanhol, continuará sendo índio,e preservando sua língua e suas ricas tradições.

A VERDADE É QUE O ÍNDIO NÃO É ÍNDIO, NEM BRASILEIRO... OS BRASILEIROS É QUE SÃO MEIO ÍNDIO. Colombo chamou-nos índios, por pensar que a América era as Índias...um erro que ainda não foi corrigido.  Os índios não são brasileiros,mas sim,os brasileiros é que são meio índios miscigenados, uma vez que os europeus (brancos e negros) chegaram e, misturando-se com as mulheres nativas, criaram um novo DNA BRASILEIRO,que é a mistura dos nativos com brancos (mamelucos) e nativos e negros (cafuzos).

Não somos analfabetos,mas sim POVOS ÁGRAFOS ( Povos que, por desconhecerem a existência do papel, a história é passada na oralidade)não na escrita.   Deus deu aos não indígenas a sabedoria na escrita, e a Nós indígenas a sabedoria na fala. Embora a Bíblia Sagrada não cita a existência dos povos Indígenas da América, mas por copiarmos os atributos de JESUS CRISTO somos verdadeiros cristãos. Para mim,e segundo a Bíblia Sagrada Cristo também nasceu numa oca (ou manjed oura),era nômade,vivendo de aldeia em aldeia,era desprendido de riquezas materiais e era da tribo de Judá...então era nosso irmão.

No meu entendimento, DEUS DIVIDIU O MUNDO EM 3 PARTES: a Europa deu aos brancos (Juruás), a África aos negros (kambá, ou Cambada) e a América à nós indígenas (mbyá ou povos vermelhos)”. Então, se os invasores fossem mesmo cristãos não fariam o que fizeram,pois no ano de 1500 éramos em 914 Etnias (ou nações - países) indígenas, hoje estamos reduzidos a 215 nações, separadas por 180 línguas diferentes e 454 mil indígenas cadastrados na FUNAI -dados de dezembro de 2006.
Então pergunto: QUEM ÉS TÚ, OH HOMEM, PARA DESTRUIR O QUE VOCE NÃO CONSTRUIU?

"ME ORGULHO EM SER CAFUZO- NEGRO ÍNDIO"; e ter vencido estes dois desafios com sucesso, ser negro e ser índio de mãos limpas, desprendido de riquezas, uma vez que indígenas só usam a terra para viver, enquanto que o não indígena quer a terra para viver, guardar, fazer dinheiro e acumular riquezas.
"PARA MIM O NÃO ÍNDIGENA NÃO TEM MEIO AMBIENTE... ELE INVENTA"

Nos links abaixo, vocês poderão assistir o Cacique Tukumbó Dyeguaká e We’e’ena, através do youtube em entrevistas e tocando ou cantando o Hino Nacional Brasileiro na língua Guarani, clicando nas imagens:

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MINHA RETRIBUIÇÃO E RECONHECIMENTO Á HOMENAGEM RECEBIDA DO MEU AMIGO ORLANDO VILLAS BOAS (EM MEMÓRIA).
Clique para ampliar! Nos meus tempos de convivência com Orlando Villas Boas,muito aprendi sobre o seu sonho de preservar o cenário original e a cultura de cada uma das nossas nações indígenas brasileiras.